segunda-feira, 30 de junho de 2008

A Ponte

Havia um pai de um garoto que trabalhava em controlar a ponte (quando o trem passava, ele baixava a ponte e quando o navio dava sinal, ele a levantava). Houve um dia que o pai resolveu levar o filho para visitar o seu trabalho, o menino começou a brincar com sua bola, até que a mesma caiu entre as engrenagens das máquinas de controle. O pai chamava-o desesperado, pois aquela hora, era a hora do trem passar, mas, o garoto tentando salvar a bola, nem ouvia os gritos do pai.
O que fazer então? Salvar o seu filho deixando centenas de passageiros mortos em um desastre, ou deixar que o trem passe e seu filho seja esmagado pelas ferragens? Com os olhos cheios d’água o pai decidiu baixar a ponte, dando vez ao trem que já carregava consigo centenas de pessoas sorrindo com os lenços nas mãos acenando para o homem da ponte (como era conhecido).
O final exato desta história eu não sei a até espero que ela nunca tenha acontecido. Mas, há um pai que não baixou uma ponte e sim uma cruz, por amor deu seu filho único para salvar milhares de pessoas.
Jesus nasceu para nos salvar da perdição eterna, portanto, louve, ore e confie.

*Recebi está mensagem em uma dinâmica de grupo, já faz tempo. O autor me é desconhecido.

5 comentários:

Eguez disse...

Apesar de eu ser atéia, achei um ótimo pensamento, vale muito para amigos também, sacrificar quem quer que seja, em troca do que acha ser certo, já é um ato muito digno de reconhecimento.

Wander Veroni disse...

Oi, Márcio!

Que história mais triste. Fiquei imaginando o sofrimento desse pai e o que levou ele a sacrificar a vida do filho dessa maneira. Não gosto destes tipos de escolhas em que um tem que, necessariamente, sair perdendo. Por mais que haja uma referência religiosa no texto, até visualizei a tragédia. :(

Entretanto, a reflexão e a incitação ao debate que vc propôs são interessantes.

Aqui, quero lhe convidar para passar no meu blog, o Café com Notícias.

Abcs,

=]
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http://cafecomnoticias.blogspot.com

Marcelo disse...

Legal. Para quem acredita, para quem gosta acho que esse tipo de história deve ser do tipor que os faz sentir melhor.

Lucas Fernandes Alvarenga disse...

Márcio,

Uma história bastante profunda e de dura reflexão. É difícil nos imaginarmos nesta situação. Salvar a vida de um filho ou de centenas de pessoas.

Realmente, ter fé é o primordial nesses embates. E refletir acerca do valor da vida, após ler este texto, se faz necessário.

Interessante ter trazido tal discussão para a web.

Vou fazer igual ao Wander. Deixo aqui um convite para que conheça o Sem Fronteiras
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http://semfronteirasnaweb.blogspot.com

segundo disse...

bela mensagem....